Todos os ângulos, mídias e documentos de um SKU vinculados ao produto — não soltos numa pasta. Frontal, ângulo, porta aberta, painel: cada um é atributo da ficha.
Nada vai ao ar
com a foto errada.
Sua mídia de produto sai do Drive e da pasta da agência e vira atributo do SKU: a completude exige a imagem certa, a troca da imagem-mãe propaga para todo canal, e a foto velha sai do ar no mesmo ciclo de publicação.
Mídia solta é erro
esperando hora de ir ao ar.
Enquanto a imagem for um arquivo com nome parecido numa pasta, é questão de tempo até a versão errada chegar ao canal — e ao cliente.
A campanha trocou o rótulo, a agência subiu a foto nova no Drive — e o feed continua apontando para a antiga. Ninguém percebe até o cliente reclamar.
IMG_8842-final-v3.jpg parece igual à IMG_8843. No catálogo, é o modelo 110 V com a foto do 220 V. Arquivo solto não sabe a que produto pertence.
O SKU novo está pronto na ficha, mas a foto ficou num e-mail. Sobe sem imagem — ou não sobe — e a venda espera.
Fundo fora do padrão, marca d'água, resolução baixa: o canal reprova por imagem tanto quanto por título ou GTIN — e a oferta some do leilão.
A imagem entra na ficha.
Não numa pasta.
Cada ângulo é um atributo do SKU — com dona, versão e regra. O gate de completude valida ficha e mídia juntas: sem a imagem certa, o produto não fica apto.
Frontal
Ângulo
Aberta
PainelSem a mídia exigida,
o SKU não fica apto.
Você define a regra — mínimo de imagens, resolução, ângulos, sem marca d'água — e o gate segura o produto até ela ser cumprida. É o mesmo gate que valida título e GTIN: mídia é cadastro, não anexo.
Troque a imagem uma vez.
A foto velha morre em todo canal.
A imagem-mãe é a única fonte: substituiu, versionou, propagou. Cada canal recebe a nova no formato e no padrão que exige — Google 1:1, Meta 4:5, TikTok 9:16 — e a versão antiga sai de circulação com trilha de auditoria.
2400×2400


Nenhum asset sem dono.
Nenhuma marca fora do padrão.
Brastemp, Consul e KitchenAid convivem sob a mesma conta, cada uma com sua biblioteca e guidelines travadas. Ninguém publica um asset fora do padrão da marca — a governança é do time, o acervo é compartilhado.
Uma imagem-mãe recortada no requisito exato de cada canal — Google 1:1, Meta 4:5, TikTok 9:16 — centralizada no produto. Menos reprovação por imagem, zero retrabalho.
Selo da marca, faixa de campanha ou logo do seller aplicados por regra na exportação. Co-branding automático por canal e por parceiro.
Cada substituição vira um snapshot. Compare a versão anterior, reverta por SKU ou por marca e mantenha a trilha de quem trocou o quê.
Vídeo de produto, 360°, PDF de manual e ficha técnica anexados ao SKU e distribuídos aos canais que aceitam rich media.
Entrega nativa por CDN com URLs estáveis por variante. O canal consome direto — sem hotlink para o servidor de origem, sem link quebrado no feed.
Pasta não sabe a que SKU o arquivo pertence. No AdCore a imagem é atributo do produto: quem publica é a ficha — e a ficha só fica apta com a mídia certa. O Drive continua existindo; ele só deixa de ser a fonte.
Não — é DAM de catálogo. Ele existe para uma coisa: a mídia certa, no SKU certo, no padrão de cada canal. Biblioteca, versão, CDN e gate servem a isso.
O gate segura o SKU e nomeia a pendência — resolução, fundo, marca d'água — antes de o canal reprovar. Você corrige uma vez, no hub, e não canal a canal.
Não. Substituiu a imagem-mãe, as variantes regeneram e cada canal consome a mesma URL estável do CDN. A versão antiga sai do ar no ciclo seguinte, com snapshot para reverter.
Sim — anexados ao SKU e distribuídos aos canais que aceitam rich media. Parte dessa esteira chega da BIG: presente na plataforma, migrando para o Turbo, com selo declarado.
A foto certa, no SKU certo, em todo canal. Sempre.
Suba a imagem-mãe, ligue a regra e deixe o gate segurar o que não está pronto.